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	<title>Central Noticias &#187; Tecnologia</title>
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		<title>XIV Congresso da Sopcom 2026 Universidade da Beira Interior</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 10:23:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32885" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2026/01/Univede-da-Beira-Interior.jpg"><img class="size-medium wp-image-32885" alt="Univede da Beira Interior" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2026/01/Univede-da-Beira-Interior-300x300.jpg" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">UBI</p></div>
<p>Universidade da Beira Interior recebe XIV Congresso da SOPCOM dedicado ao tema “Comunicação e Tempo”. O maior Congresso da área das Ciências da Comunicação regressa à Covilhã reunindo professores, investigadores e profissionais da área, de diversos países, num encontro que contará com 291 participantes. <span id="more-32881"></span></p>
<p>A Universidade da Beira Interior (UBI) recebe, nos dias 9, 10 e 11 de fevereiro de 2026, na Faculdade de Artes e Letras (FAL), o XIV Congresso da SOPCOM, dedicado ao tema “Comunicação e Tempo”. Organizado pelo LabCom, (Laboratório de Comunicação) em conjunto com a SOPCOM (Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação), o evento marca o regresso do congresso à cidade da Covilhã, duas décadas após a realização do III SOPCOM-Informação, Identidades e Cidadania, em 2004.</p>
<p>Com 367 submissões recebidas, das quais 333 aprovadas, esta edição conta com 291 participantes e com o apoio de 80 voluntários. Ao longo destes três dias, o congresso reúne investigadores, docentes e profissionais da área da comunicação, nacionais e internacionais em sessões plenárias, painéis paralelos e mesas redondas.</p>
<div id="attachment_32884" style="width: 286px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2026/01/Henrik-Bodker.png"><img class="size-medium wp-image-32884" alt="Henrik Bodker" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2026/01/Henrik-Bodker-276x300.png" width="276" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">UBI</p></div>
<p>No dia 9 de fevereiro pelas 9h30, no Auditório das Sessões Solenes, realizar-se-á a Conferência de Abertura com o tema “Artificial time: Temporality and the end of media in the age of AI”, por Anne Kaun, professora e investigadora de estudos em comunicação e media da Universidade Sodertorn, em Estocolmo e co-autora do livro “Making Time for Digital Lives” e de uma variedade de textos acerca das relações entre as tecnologias mediáticas e a estruturação do tempo.</p>
<p>Pelas 14h30 no mesmo auditório, será realizada a Sessão Plenária “Temporalidade e sazonalidade no jornalismo” conduzida por Henrik Bodker, professor de estudos dos media da Universidade de Aarhus, Dinamarca. O seu percurso é marcado pela análise dos media noticiosos a partir do prisma da interação entre natureza, cultura e política, tendo liderado um projeto centrado na sazonalidade no jornalismo e sendo co-autor do livro “Climate Change and Journalism: Negotiating Rifts of Time”.</p>
<div id="attachment_32882" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2026/01/Maria-Luisa-Humanes.png"><img class="size-medium wp-image-32882 " alt="Maria Luisa Humanes" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2026/01/Maria-Luisa-Humanes-300x294.png" width="300" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">UBI</p></div>
<p>Já no dia 10 de fevereiro, pelas 11h00, irá decorrer no Auditório das Sessões Solenes, a Sessão Plenária “O Tempo na investigação e na informação”, com João Figueira, professor jubilado da Universidade de Coimbra, com um percurso marcado pela investigação na área do jornalismo, sendo autor de inúmeros estudos centrados na análise de fenómenos comunicacionais através do tempo histórico, presente igualmente no seu mais recente livro “ Da incerteza como princípio: jornalismo, democracia, decadência da verdade” e Maria Luisa Humanes, professora catedrática da Universidade Rey Juan Carlos, em Madrid e investigadora nas áreas da cultura profissional do jornalismo e da comunicação política.</p>
<p>Pelas 14h30 será realizada a Mesa Redonda, “Ciência e Tempo: entre a urgência do presente e a espessura do pensamento crítico”, onde estarão presentes, Carlos Toural, presidente da Agacom, Carmen Peñafiel, presidente da AE-IC, Juliano Domingues, presidente da Intercom, Madalena Oliveira, presidente da Sopcom, Moisés Lemos Martins, presidente da Assibercom com moderação de Joaquim Paulo Serra, Presidente da Assembleia Geral da Sopcom.</p>
<div id="attachment_32883" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2026/01/José-Luis-Garcia.png"><img class="size-medium wp-image-32883" alt="José Luis Garcia" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2026/01/José-Luis-Garcia-300x300.png" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">UBI</p></div>
<p>No dia 11 de fevereiro, às 14h30, realizar-se-á a última Mesa Redonda do Congresso, de nome “Ritmos de publicação: Entre a urgência produtiva e o tempo do pensamento” com João Miranda, diretor da Mediapolis, Madalena Oliveira, diretora da Comunicação e Sociedade, Jorge Veríssimo, diretor da Comunicação Pública, Marisa Torres, diretora da Media e Jornalismo, Samuel Mateus, editor da Estudos em Comunicação, Marisa Mourão, diretora da Comunicando com moderação de Pedro Jerónimo, UBI. LabCom.</p>
<p>Por fim, pelas 15h30, André Barata, professor catedrático em Filosofia na Universidade da Beira Interior e investigador nos campos da filosofia social, política, do pensamento fenomenológico e existencial, bem como autor do livro “E se parássemos de sobreviver &#8211; Pequeno livro para pensar e agir contra a ditadura do tempo” juntamente com José Luís Garcia investigador principal do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e co-editor do volume ”Razão, Tempo e Tecnologia: Estudos em Homenagem a Hermínio Martins”, procederão à sessão de encerramento, “Tempo, sociedade e comunicação”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Prémio Nobel de Física 2025 a John Clarke, Michel H. Devoret e John M. Martinis</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 10:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Academia Real de Ciências da Suécia decidiu atribuir o Prémio Nobel de Física 2025 a John Clarke, Michel H. Devoret e John M. Martinis “para a descoberta de túneis... <span class="meta-more"><a href="https://www.centralnoticias.pt/?p=31544"></a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31545" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/10/559731086_1208348234660337_2927371810577882568_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-31545" alt=" Prémio Nobel de Física 2025" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/10/559731086_1208348234660337_2927371810577882568_n-300x300.jpg" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">The Nobel Prize</p></div>
<p>A Academia Real de Ciências da Suécia decidiu atribuir o Prémio Nobel de Física 2025 a John Clarke, Michel H. Devoret e John M. Martinis “para a descoberta de túneis macroscópicos da mecânica quântica e quantificação de energia num circuito elétrico. ”<span id="more-31544"></span></p>
<p>As experiências deste ano dos laureados de física num chip revelaram a física quântica em ação.</p>
<p>Uma grande questão em física é o tamanho máximo de um sistema que pode demonstrar efeitos mecânicos quânticos. Os laureados de física de 2025 realizaram experimentos com um circuito elétrico no qual demonstraram tanto túneis mecânicos quânticos quanto níveis de energia quantificados num sistema grande o suficiente para ser segurado na mão.</p>
<p>A mecânica quântica permite que uma partícula se mova diretamente através de uma barreira, usando um processo chamado túneis. Assim que um grande número de partículas está envolvido, os efeitos da mecânica quântica geralmente tornam-se insignificantes. As experiências dos laureados demonstraram que as propriedades mecânicas quânticas podem ser concertadas em escala macroscópica.</p>
<p>Em 1984 e 1985, John Clarke, Michel H. Devoret e John M. Martinis conduziu uma série de experiências com um circuito eletrónico construído de super-condutores, componentes que podem conduzir uma corrente sem resistência elétrica. No circuito, os componentes super-condutores foram separados por uma fina camada de material não condutor, uma configuração conhecida como junção de Josephson. Ao aperfeiçoar e medir todas as várias propriedades do seu circuito, eles foram capazes de controlar e explorar os fenômenos que surgiram quando passaram uma corrente através dele. Juntas, as partículas carregadas que se movem através do supercondutor compreendiam um sistema que se comportava como se fossem uma única partícula que preencheu todo o circuito.</p>
<p>Este sistema macroscópico semelhante a partículas está inicialmente num estado em que a corrente flui sem qualquer voltagem. O sistema está preso neste estado, como se atrás de uma barreira que não possa atravessar. No experimento o sistema mostra seu caráter quântico conseguindo escapar do estado de voltagem zero através de túneis. A mudança de estado do sistema é detectada através da aparência de uma voltagem.</p>
<p>Os laureados também poderiam demonstrar que o sistema se comporta da forma prevista pela mecânica quântica &#8211; é quantificad0, o que significa que apenas absorve ou emite quantidades específicas de energia.</p>
<p>Os transístores em microchips de computador são um exemplo da tecnologia quântica estabelecida que nos rodeia. O Prémio Nobel de Física deste ano proporcionou oportunidades para o desenvolvimento da próxima geração de tecnologia quântica, incluindo criptografia quântica, computadores quânticos e sensores quânticos.</p>
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		<title>Prémio António Champalimaud de Visão 2025</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 15:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação António Champalimaud fez a entrega dos prémios aos vencedores da edição de 2025 do Prémio António Champalimaud de Visão, em cerimónia presidida pelo Presidente da República Marcelo Rebelo... <span class="meta-more"><a href="https://www.centralnoticias.pt/?p=31167"></a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31168" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/09/250909-prmrs-ro-0032.jpg"><img class="size-medium wp-image-31168 " alt="250909-prmrs-ro-0032" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/09/250909-prmrs-ro-0032-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Rui Ochoa / Presidência da República</p></div>
<p>A Fundação António Champalimaud fez a entrega dos prémios aos vencedores da edição de 2025 do Prémio António Champalimaud de Visão, em cerimónia presidida pelo Presidente da República Marcelo Rebelo Sousa.<span id="more-31167"></span></p>
<p>Foram distinguidas  três organizações internacionais pelo seu notável, prolongado e impactante compromisso na prevenção e tratamento da cegueira a nível mundial, Lions Clubs International Foundation (LCIF) e o seu programa SightFirst; a International Agency for the Prevention of Blindness (IAPB); e a The Fred Hollows Foundation.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estudo da Universidade do Minho abre caminho para a redução de infeções intestinais</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 22:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31139" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/09/unnamed-35.jpg"><img class="size-medium wp-image-31139" alt="unnamed (35)" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/09/unnamed-35-300x169.jpg" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">DR / Universidade do Minho (UMinho)</p></div>
<p>Uma equipa do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) da Universidade do Minho (UMinho) descobriu como um fungo se alimenta quando o intestino está fragilizado, o que pode abrir portas para o bloquear e reduzir as infeções. <span id="more-31138"></span></p>
<p>O estudo foi publicado esta terça-feira na revista “mBio”, da Sociedade Americana de Microbiologia, e tem a coautoria de cientistas das universidades Católica de Lovaina (Bélgica) e de Exeter (Inglaterra). O trabalho foi coordenado por Sandra Paiva e financiado pelo projeto MetaFungal (Fundação para a Ciência e a Tecnologia).</p>
<p>Após o tratamento com antibióticos, muitas bactérias presentes no intestino são eliminadas ou significativamente reduzidas. Mas o fungo Candida albicans, que vive no nosso corpo, possui 10 genes ATO que lhe dão vantagem para a sobrevivência e expansão nesse ambiente desafiante. Ou seja, estes genes ATO permitem ao fungo utilizar um nutriente chamado acetato, muito abundante no intestino, conferindo-lhe vantagem para se multiplicar, colonizar este ambiente e, em alguns casos, causar infeções graves.</p>
<p>“Mostramos pela primeira vez esta capacidade de adaptação do fungo e, ao bloquearmos os seus genes ATO, ele já não consegue instalar-se de forma estável no trato gastrointestinal, após a perturbação da flora bacteriana”, explica Sandra Paiva, que é também vice-reitora para a Investigação e Inovação e professora do Departamento de Biologia da Escola de Ciências da UMinho. “Ao identificarmos transportadores essenciais à sobrevivência do Candida, abrimos a porta a novas terapias que poderão impedir a colonização fúngica e reduzir o risco de infeções invasivas”, realça.</p>
<p>A pesquisa analisou o trato gastrointestinal (intestino delgado, ceco, cólon) e as fezes de ratinhos tratados com antibióticos. Porém, os investigadores admitem que controlar o Candida no intestino possa vir a ajudar pessoas que ingerem muitos antibióticos, mas também que têm doenças inflamatórias, têm cancro, são imunodeprimidas ou possuem idade avançada, por exemplo. “As opções de antifúngicos disponíveis são muito limitadas e, como estes fungos são bastante semelhantes às nossas próprias células, é difícil desenvolver medicamentos que sejam eficazes sem causar efeitos tóxicos”, acrescenta Rosana Alves, primeira autora do estudo e investigadora no CBMA.</p>
<p>O artigo publicado, “The ATO gene family governs Candida albicans colonization in the dysbiotic gastrointestinal tract”, envolveu ainda da parte da UMinho os investigadores Faezeh Ghasemi, Cláudia Barata Antunes, Vitor Fernandes, Patrícia Ataíde, Alexandra Gomes Gonçalves, Ricardo Duarte, Isabel Soares Silva e Margarida Casal.</p>
<p>As infeções por Candida mais frequentes surgem no sistema digestivo, no sistema respiratório, nos genitais e nas dobras da pele. Em pacientes com imunidade baixa, este fungo pode entrar na corrente sanguínea, infetando órgãos internos e provocando candidíase invasiva, que afeta cerca de 1.5 milhões de doentes por ano, sendo que perto de um milhão (63%) acaba por morrer.</p>
<p>Universidade do Minho (UMinho)<a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-23029" alt="Cultura_Ciência_Tecnologia na Imprensa" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21-300x62.jpg" width="300" height="62" /></a></p>
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		<title>Estudo demonstra que o tabaco envelhece &#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2025 22:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo demonstra que o tabaco envelhece todo o corpo e causa mudanças irreversíveis. Já sabemos que fumar faz com o que o nosso corpo envelheça mais depressa. Mas agora sabe-se exatamente... <span class="meta-more"><a href="https://www.centralnoticias.pt/?p=31141"></a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31142" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/09/pedro-ferreira-rogerio-ribeiro.jpg"><img class=" wp-image-31142" alt="pedro-ferreira-rogerio-ribeiro" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/09/pedro-ferreira-rogerio-ribeiro-300x197.jpg" width="300" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">Faculdade de Ciências da Universidade do Porto</p></div>
<p>Estudo demonstra que o tabaco envelhece todo o corpo e causa mudanças irreversíveis. Já sabemos que fumar faz com o que o nosso corpo envelheça mais depressa.</p>
<p><span id="more-31141"></span></p>
<p>Mas agora sabe-se exatamente como isso acontece ao nível molecular. A resposta concreta está na análise pormenorizada de 46 tecidos diferentes do corpo humano. Com este estudo, assinado por investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), demonstrou-se que o fumo do tabaco tem o potencial de alterar molecularmente não apenas os órgãos diretamente associados à inalação de fumo como os pulmões, mas também outros tecidos ao longo de todo o corpo como o pâncreas, a tiroide, o esófago ou algumas regiões do cérebro, que até agora estavam por estudar.</p>
<p>O trabalho, publicado na revista Genome Medicine, é da autoria do docente da FCUP Pedro Gabriel Ferreira e do estudante de doutoramento em Ciência de Computadores, Rogério Ribeiro, e foi realizado em conjunto com investigadores do Centro de Supercomputadores em Barcelona.</p>
<p>Neste estudo, os autores demonstraram, pela primeira vez, como é que o fumo do tabaco imita e acelera os efeitos do envelhecimento no corpo humano, ao combinar a análise dos tecidos com diferentes técnicas de expressão génica, splicing, metilação do DNA e alterações histológicas.</p>
<p>“Fizemos uma análise molecular multi tecidos e multi-ómica que fornece uma visão abrangente do impacto sistémico e específico por tecido do consumo de tabaco e de como este pode acelerar o envelhecimento no nosso corpo”, explica o docente Pedro Gabriel Ferreira.</p>
<p>Os autores comprovaram que o tabaco desencadeia a inflamação sistémica dos tecidos e provoca alterações epigenéticas — em particular, a hipermetilação —um fenómeno de alterações químicas em excesso no ADN associado ao desenvolvimento de cancro por silenciar genes que controlam o crescimento e a divisão celulares. Os fumadores desenvolvem perfis epigenéticos semelhantes aos de pessoas mais velhas, pois estas alterações estão fortemente alinhadas com mecanismos de envelhecimento já conhecidos.</p>
<p>Alterações irreversíveis são as que sobrepõem ao envelhecimento</p>
<p>Para o trabalho, a equipa usou dados do projeto Genotype-Tissue Expression (GTEx) provenientes de mais de 700 indivíduos doadores, entre eles fumadores, ex-fumadores e pessoas que nunca fumaram. Os investigadores conseguiram nesta análise identificar os efeitos que estão simultaneamente associados ao tabagismo e ao envelhecimento. Com base em informações de ex-fumadores, classificaram as alterações associadas ao tabaco como reversíveis ou não reversíveis, e analisaram se os efeitos do tabaco que se sobrepõem aos do envelhecimento são mais persistentes.</p>
<p>“Identificamos alterações moleculares induzidas pelo tabaco que não são reversíveis após a cessação. Essas são especialmente as que sobrepõem a assinaturas de envelhecimento”, destaca Rogério Ribeiro. A tendência revelada no estudo é que as alterações não reversíveis têm os mesmos responsáveis moleculares – os mesmos genes ou locais no ADN – que o envelhecimento.</p>
<p>Um forte contributo da bioinformática</p>
<p>Rogério Ribeiro, licenciado em Biologia e mestre em Bioinformática e Biologia Computacional pela FCUP, começou este trabalho em 2021, no início do seu doutoramento em Ciência de Computadores, que está quase a terminar. Só agora houve publicação, devido à complexidade do estudo e das análises realizadas. Pedro Gabriel Ferreira, especialista em bioinformática e também investigador no INESC TEC, é orientador de Rogério e esteve envolvido no projeto GTEx, desenvolvido entre 2010 e 2020 e que recolheu amostras de diferentes tecidos e órgãos do corpo humano com o objetivo de relacionar a variabilidade do genoma com as características de cada indivíduo.</p>
<p>O projeto GTex compilou uma base de dados de informação genética de diferentes indivíduos que doaram os seus órgãos e tecidos à investigação. Todas estas amostras foram recolhidas após a morte e armazenadas num biobanco. Este estudo é um exemplo do potencial desta gigante base de dados. É que este trabalho, através da identificação de biomarcadores moleculares, poderá contribuir no futuro para avaliações de risco personalizadas, estratégias de prevenção direcionadas e para desenvolvimento de intervenções epigenéticas para mitigar o declínio associado ao tabaco e ao envelhecimento.</p>
<p><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-23029" alt="Cultura_Ciência_Tecnologia na Imprensa" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21-300x62.jpg" width="300" height="62" /></a>Faculdade de Ciências da Universidade do Porto</p>
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		<title>Conferência Internacional ICON em Lisboa</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 00:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30225" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1111.jpg"><img class="size-medium wp-image-30225" alt="IMG_1111" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1111-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Estevens</p></div>
<p>Tecnologia, Negócios, Cultura, Marcas e Ícones são os 5 Eixos da Conferência Internacional ICON – Influencing the World, que decorreu no MEO Arena, em Lisboa, de 4 a 6 de junho.<span id="more-30208"></span></p>
<p>A conferência internacional ICON – Influencing the World reuniu nestes três dias em Lisboa, mentes brilhantes, líderes visionários e especialistas de renome mundial para debater, inspirar e moldar o futuro em cinco grandes áreas que estão a transformar o nosso tempo.<br />
Sob o mote Learn. Share. Lead., a conferência apresentou conexões transformadoras entre ideias, pessoas e indústrias.</p>
<div id="attachment_30226" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1116.jpg"><img class="size-medium wp-image-30226" alt="IMG_1116" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1116-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Estevens / CN</p></div>
<p>O evento contou com a presença de speakers nacionais e internacionais, cujas experiências e visões permitiram  cruzar fronteiras e abrir horizontes.</p>
<p>No vasto programa do evento, o papel decisivo da Tecnologia &amp;amp; Inteligência Artificial, teve uma importância relevante com destaque para a forma como estas ferramentas estão a revolucionar a influência.  Dos algoritmos em constante evolução à criação de conteúdos impulsionada por IA, foi debatido, com as plataformas e tecnologias que estão a moldar novos modelos de influência, contou com a participação de Andrés Ortolá, Country General Manager e Presidente da Microsoft Portugal, executivo de tecnologia e transformação digital, Nuno Agonia, criador de conteúdo tech e YouTuber, e Hugo Veiga, Diretor Criativo Global da reputada agência AKQA sediada em Silicon Valley (EUA) e criativo português multi-premiado.</p>
<p>O muito público teve  a oportunidade de conhecer as inovações que estão a definir novos paradigmas e  enriquecer as amplificar o conhecimento humano.</p>
<div id="attachment_30227" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1822.jpg"><img class="size-medium wp-image-30227 " alt="IMG_1822" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1822-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Estevens / CN</p></div>
<p>Foram mais de cinco dezenas de paineis,  masterclasses e momentos de networking, o ICON foi um ponto de encontro para todos (executivos, agências, gestores e todos os interessados nas diferentes áreas abordadas), que querem estar na linha da frente da transformação global.</p>
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<div id="attachment_30229" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1830.jpg"><img class="size-medium wp-image-30229" alt="IMG_1830" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1830-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Estevens / CN</p></div>
<div id="attachment_30228" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1810.jpg"><img class="size-medium wp-image-30228" alt="IMG_1810" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1810-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Estevens / CN</p></div>
<div id="attachment_30230" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1837.jpg"><img class="size-medium wp-image-30230" alt="IMG_1837" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1837-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Estevens / CN</p></div>
<div id="attachment_30231" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1853.jpg"><img class="size-medium wp-image-30231" alt="IMG_1853" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1853-300x172.jpg" width="300" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Estevens / CN</p></div>
<div id="attachment_30234" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1926.jpg"><img class=" wp-image-30234" alt="IMG_1926" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1926-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Estevens / CN</p></div>
<div id="attachment_30233" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1911.jpg"><img class="size-medium wp-image-30233" alt="IMG_1911" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1911-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Estevens / CN</p></div>
<div id="attachment_30235" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1933.jpg"><img class="size-medium wp-image-30235" alt="IMG_1933" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/06/IMG_1933-300x200.jpg" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Estevens / CN</p></div>
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		<title>Escravos da solidão</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 01:49:12 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29152" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/03/IMAGEM-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-29152" alt="IMAGEM-3_Escravos da solidão " src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/03/IMAGEM-3-300x244.jpg" width="300" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">DR</p></div>
<p>Se olharmos à nossa volta nos transportes públicos, raramente conseguimos cruzar o olhar com alguém, uma vez que a grande maioria dos passageiros tem as cabeças baixas a olhar fixamente para os seus dispositivos. <span id="more-29151"></span>As caras parecem extremamente sérias, concentradas nas suas atividades, e se alguém não soubesse o que fazem, com toda a certeza arriscaria que resolvem problemas de elevada importância ou ajudam os iluminados a desvendar mistérios da humanidade. Mas, no entanto, basta dar uma espreitadela aos ecrãs e o que lá encontramos não é mais nem menos do que um tweet do X, um feed do Facebook ou um reel do instagram.</p>
<p>Os utentes nas salas de espera, os pais que esperam filhos à porta da escola e os clientes que aguardam a refeição nos restaurantes, todos eles apresentam um denominador em comum: o telemóvel na mão. Antes eramos “forçados” a entrar numa atividade cordial com a pessoa ao nosso lado e perante a mesma circunstância, agora podemos facilmente esconder-nos atrás dos ecrãs pondo a tal cara séria que certamente vai bloquear, com tremendo sucesso, todas as tentativas de socialização com o outro ser humano. E, como chegamos a este ponto?</p>
<p>Do ponto de vista da biologia e da evolução, somos mamíferos sociais. Isto significa que não funcionamos bem quando estamos sozinhos, quando sofremos com a solidão forçada. Precisamos dos outros para um funcionamento adequado. As espécies sociais não conseguem lidar sozinhas com os problemas. Lobos, chimpanzés, ratos, golfinhos e elefantes – vivem em grupos. Estão “programados” para evitar a solidão, assim como nós, humanos, fomos “programados”.</p>
<p>É assim que a nossa sociabilidade é explicada pela perspetiva evolutiva. E isso está também relacionado com o funcionamento do cérebro. Os mecanismos da evolução fizeram com que no cérebro surgissem dispositivos de segurança: o castigo e o prémio. O primeiro faz com que, quando estamos sozinhos, nos sintamos mal. Por outro lado, o prémio: no contacto com outros humanos desencadeamos no organismo uma cascata de reações bioquímicas. Somos inundados por uma mistura específica de substâncias que alteram o humor, geralmente para melhor, e que provocam mudanças de curto e longo prazo no nosso corpo.</p>
<p>Na nossa vida pré-tecnológica estávamos inseridos numa realidade baseada em relações e emoções, onde a forma principal de resolver os problemas era através de uma esclarecedora conversa. As famílias viviam mais em comunidade e como consequência a necessidade de convivência estava a ser naturalmente abastecida. Com toda esta proximidade vinham também efeitos secundários como mal-entendidos, discussões, brigas e faltas de paciência perante o outro. Com a chegada da tecnologia as pessoas aperceberam-se que estes efeitos secundários podem ser facilmente evitados, e abraçaram com entusiasmo este mundo mudo e silencioso, por vezes anónimo da realidade virtual. Desta forma, substituíram a sua necessidade de convivência pela omnipresença nas redes sociais. Mas tudo isto é uma ilusão. A pandemia mostrou-nos que, apesar das tecnologias avançadas, continuamos a carecer de contacto pessoal.</p>
<p>Vale a pena contornar esta vontade de pegar no telemóvel sempre que precisamos de estímulo, pois este falso assistente pessoal, pode causar danos sérios. Estar offline começa a ser novamente uma tendência, e ainda bem, porque para além de nos dar mais tempo e espaço para explorar o mundo real, pode ajudar-nos a redescobrir e apreciar os prós da internet e da tecnologia quando dela, de facto, precisamos.</p>
<p>Anna Kosmider Leal &#8211; Antropóloga<a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-23029" alt="Cultura_Ciência_Tecnologia na Imprensa" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21-300x62.jpg" width="300" height="62" /></a></p>
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		<title>“Saído da ficção científica&#8221;: Primeiras observações tridimensionais da atmosfera de um exoplaneta revelam um clima único</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 23:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29073" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/02/eso2504a1.jpg"><img class="size-medium wp-image-29073" alt="eso2504a" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/02/eso2504a1-300x168.jpg" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">DR</p></div>
<p>Os astrónomos observaram a atmosfera de um planeta fora do nosso Sistema Solar, mapeando pela primeira vez a sua estrutura tridimensional. <span id="more-29071"></span>Combinando os quatro Telescópios Principais do Very Large Telescope (VLT) do Observatório Europeu do Sul (ESO), os investigadores descobriram ventos poderosos que transportam elementos químicos como o ferro e o titânio, criando padrões climáticos intrincados na atmosfera deste exoplaneta. Esta descoberta abre as portas a estudos detalhados sobre a composição química e o clima de mundos alienígenas.<!--more--></p>
<p>“A atmosfera deste planeta mostra-se desafiadora para a nossa compreensão do comportamento do clima, não só na Terra, mas também noutros planetas. Realmente, parece algo saído diretamente da ficção científica!”, comenta Julia Victoria Seidel, investigadora do ESO no Chile e autora principal deste estudo, publicado hoje na revista Nature.</p>
<p>O planeta WASP-121b (também conhecido por Tylos), situa-se a cerca de 900 anos-luz de distância da Terra, na constelação da Popa, e é do tipo Júpiter ultra-quente, ou seja, trata-se de um planeta gigante gasoso que orbita a sua estrela hospedeira tão de perto que um ano no planeta dura somente cerca de 30 horas terrestres. Além disso, um dos lados do planeta é escaldante, já que está sempre virado para a estrela, enquanto o outro lado é muito mais frio.</p>
<p>A equipa sondou as profundezas da atmosfera de Tylos e revelou ventos distintos em camadas diferentes, criando um mapa tridimensional da estrutura atmosférica. Trata-se da primeira vez que os astrónomos conseguem estudar a atmosfera de um planeta fora do nosso Sistema Solar com tanto detalhe.</p>
<p>“Descobrimos algo surpreendente: uma corrente de jato faz girar o material em torno do equador do planeta, enquanto um outro fluxo que existe a níveis atmosféricos mais baixos transporta gás do lado quente do planeta para o lado frio. Este tipo de clima nunca foi observado anteriormente em nenhum planeta”, explica Julia Seidel, que é também investigadora no Laboratório Lagrange, do Observatoire de la Côte d’Azur, em França. A corrente de jato observada estende-se por metade do planeta, ganhando velocidade e movimentando violentamente a atmosfera superior à medida que atravessa o lado quente de Tylos. “Mesmo os furacões mais fortes que observamos no Sistema Solar parecem calmos em comparação com este fenómeno”, acrescenta a investigadora.</p>
<p>Para revelar a estrutura tridimensional da atmosfera deste exoplaneta, a equipa utilizou o instrumento ESPRESSO montado no VLT do ESO, que combina a radiação colectada pelos quatro Telescópio Principais do VLT num único sinal. Deste modo, é recolhida quatro vezes mais radiação do que se um único telescópio fosse usado, sendo por isso possível revelar muito mais detalhes. Ao observar o planeta durante um trânsito completo pela frente da sua estrela hospedeira, o ESPRESSO foi capaz de detectar assinaturas de diversos elementos químicos, sondando assim diferentes camadas da atmosfera.</p>
<p>“O VLT permitiu-nos sondar três camadas diferentes da atmosfera do exoplaneta de uma só vez”, explica o coautor do estudo Leonardo A. dos Santos, astrónomo assistente no Space Telescope Science Institute em Baltimore, Estados Unidos. A equipa seguiu os movimentos do ferro, do sódio e do hidrogénio, conseguindo assim detectar ventos nas camadas profunda, média e superficial da atmosfera do planeta, respectivamente. “É o tipo de observação que é muito difícil de fazer com telescópios espaciais, o que realça a importância de observar exolanetas a partir do solo”, acrescenta o cientista.</p>
<p>Curiosamente, as observações também revelaram a presença de titânio logo abaixo da corrente de jato, tal como salientado num artigo científico complementar publicado na revista da especialidade Astronomy &amp; Astrophysics. Esta foi outra surpresa, uma vez que observações anteriores deste exoplaneta tinham apontado para a ausência deste elemento, possivelmente por este se encontrar escondido nas profundezas da atmosfera.</p>
<p>“É verdadeiramente impressionante podermos estudar pormenores como a composição química e os padrões climáticos de um planeta que se encontra tão longe de nós”, afirma Bibiana Prinoth, aluna de doutoramento da Universidade de Lund, Suécia, e do ESO, que liderou o estudo complementar e é também coautora do artigo publicado da Nature.</p>
<p>Para observar, no entanto, a atmosfera de planetas mais pequenos semelhantes à Terra, são necessários telescópios maiores, como será o Extremely Large Telescope (ELT) do ESO, atualmente em construção no deserto chileno do Atacama. “O ELT fará mudar completamente o estudo de atmosferas dos exoplanetas”, afirma Prinoth. “Este estudo leva-me a pensar que estamos à beira de descobrir coisas incríveis com as quais apenas podemos sonhar atualmente”.</p>
<p>Observatório Europeu do Sul<a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-23029" alt="Cultura_Ciência_Tecnologia na Imprensa" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21-300x62.jpg" width="300" height="62" /></a></p>
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		<title>ChatGPT: &#8220;Penso, logo existo?</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Feb 2025 01:22:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29064" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/02/openAI-chat-gpt-1-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-29064" alt="openAI-chat-gpt-1-4" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/02/openAI-chat-gpt-1-4-300x182.jpg" width="300" height="182" /></a><p class="wp-caption-text">DR</p></div>
<p>Leviatã é o nome de um monstro bíblico e também o título da obra mais célebre do filósofo inglês Thomas Hobbes, publicada em 1651. Este texto é um dos mais influentes sobre a estrutura da sociedade organizada. Como salienta o Prof. Arlindo Oliveira em seu recente ensaio “A Inteligência Artificial Generativa”, é um dos primeiros registos do argumento de que o raciocínio humano resulta da manipulação aritmética de símbolos.<span id="more-29063"></span></p>
<p>Embora seja um conceito antigo, é inegável que foi durante a Segunda Grande Guerra que se começaram a construir os primeiros computadores. Desde então, sucessivos avanços tecnológicos permitiram ao consumidor ter no seu bolso um telemóvel que parecia pura ficção científica há apenas algumas décadas.</p>
<p>Tudo isso parecia natural para os consumidores, e o termo “Inteligência Artificial” era, até então, apenas motivo de estudo para investigadores. No entanto, a chegada do ChatGPT em 2022 rapidamente transformou essa realidade, sendo adotado por milhares de utilizadores. Atualmente, a recente entrada do DeepSeek, uma ferramenta chinesa, também está a gerar enorme entusiasmo.</p>
<p>Quem já interagiu com o ChatGPT pode ter ficado convencido de que esses modelos são infalíveis e possuem a capacidade de pensar. Mas será realmente assim? O que são e como funcionam?</p>
<p>De forma simplificada, os grandes modelos de linguagem (em inglês, Large Language Models – LLMs) são sistemas complexos, treinados com quantidades gigantescas de texto da Internet. Eles utilizam redes neuronais profundas, que são estruturas matemáticas que imitam o funcionamento do cérebro humano, para processar e analisar a linguagem. Uma arquitetura específica de rede neuronal, chamada de Transformer, permite que o modelo preste atenção a diferentes partes do texto simultaneamente, compreendendo o contexto e as relações entre as palavras. Ao receber um texto, esses modelos usam o seu conhecimento para prever a próxima palavra, frase ou parágrafo mais provável, gerando respostas coerentes.</p>
<p>No entanto, apesar das numerosas vantagens, como a assistência na escrita ou na geração de ideias, recomenda-se sempre a verificação de factos, pois está documentado que esses modelos podem inventar fontes inexistentes de forma convincente.</p>
<p>Concluindo, o ChatGPT existe, mas (por agora) quem pensa é o leitor.</p>
<p>Luís Monteiro<a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-23029" alt="Cultura_Ciência_Tecnologia na Imprensa" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21-300x62.jpg" width="300" height="62" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Médico e Comunicador de Ciência</p>
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		<title>Cientistas desenvolvem compostos inovadores para tratamento do cancro do pulmão</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 12:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teresa Pinho e Melo]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) está a desenvolver, em colaboração com a Faculdade de Medicina da UC (FMUC), compostos inovadores... <span class="meta-more"><a href="https://www.centralnoticias.pt/?p=29060"></a></span>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29061" style="width: 235px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/02/tratamento-do-cancro-do-pulmão.jpeg"><img class="size-medium wp-image-29061" alt="tratamento do cancro do pulmão" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2025/02/tratamento-do-cancro-do-pulmão-225x300.jpeg" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">DR</p></div>
<p>Uma equipa de investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) está a desenvolver, em colaboração com a Faculdade de Medicina da UC (FMUC), compostos inovadores para terapia fotodinâmica (PDT, sigla em inglês) e imagiologia do cancro do pulmão.<span id="more-29060"></span></p>
<p>O projeto “Chem4LungCare”, financiado pela Fundação para Ciência e Tecnologia, tem como objetivo a criação de novos fotossensibilizadores baseados em corróis funcionalizados (compostos orgânicos da família dos tetrapirrólicos, semelhantes às porfirinas).</p>
<p>«Através de uma abordagem química inovadora, conseguimos sintetizar macrociclos tetrapirrólicos com propriedades otimizadas. Estas novas classes de corróis, quando testadas em células de cancro do pulmão demonstraram uma elevada eficácia fotodinâmica, comparável ao Foscan — um fotossensibilizador já utilizado clinicamente —, mas com menor toxicidade e maior estabilidade», revela Teresa Pinho e Melo, docente do Departamento de Química da FCTUC e investigadora do Centro de Química.</p>
<p>Os macrociclos tetrapirrólicos são estruturas químicas formadas por quatro anéis pirrólicos interligados, geralmente através de pontes de carbono. Esses compostos desempenham um papel fundamental na bioquímica, principalmente devido à sua capacidade de se ligar a metais e atuar como cofatores em processos biológicos essenciais.</p>
<p>«Os estudos mostraram que a inclusão do grupo funcional hidrazona nos corróis melhorou significativamente a sua atividade fotodinâmica. Estes resultados são promissores para o avanço desta terapêutica, uma abordagem que usa luz para ativar os fotossensibilizadores, que, na presença de oxigénio, leva à destruição das células cancerígenas sem danificar os tecidos saudáveis circundantes», considera a cientista.</p>
<p>Além disso, a equipa demonstrou que a presença conjunta, na mesma estrutura molecular do macrociclo pirrólico e da hidrazona, é fundamental para a eficácia destes compostos. «Provámos que a combinação do macrociclo com este grupo funcional estratégico resulta numa atividade fotodinâmica significativamente superior ao modelo sem esse grupo funcional», explica.</p>
<p>Com estes resultados promissores, o próximo objetivo do projeto é avançar para estudos pré-clínicos mais aprofundados. A equipa acredita que esta nova classe de fotossensibilizadores pode oferecer uma alternativa mais eficaz e segura para o tratamento do cancro do pulmão no futuro.</p>
<p>Os detalhes desta investigação foram publicados no artigo científico “Hydrazone-Functionalizedtrans A2B‑Corroles: Effective Synergyin Photodynamic Therapy of Lung Cancer” no Journal of Medicinal Chemistry, tendo sido selecionado para capa da revista.</p>
<p>Universidade de Coimbra<a href="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-23029" alt="Cultura_Ciência_Tecnologia na Imprensa" src="http://www.centralnoticias.pt/wp-content/uploads/2023/03/unnamed-21-300x62.jpg" width="300" height="62" /></a></p>
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