Sábado 30 de Agosto de 3681

“Portugal joga para ganhar” – frisou Roberto Martinez o selecionador da equipa nacional

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FPF

A Arménia (dia 6 de setembro) e a Hungria (dia 9) são as formações que vão media forças com a seleção nacional na abertura da temporada da “caça” aos lugares que garantam a presença na fase final do mundial de futebol, em 2026.

Roberto Martínez divulgou, esta sexta-feira, a lista de convocados para os dois jogos, sendo que o quarto membro deste grupo (F) de apuramento é a República da Irlanda, que estão na corrida para a qualificação para o Mundial que será disputado nos EUA, Canadá e México.

Roberto Martínez convocou os seguintes jogadores:

Guarda-redes - Diogo Costa (FC Porto), Rui Silva (Sporting) e José Sá (Wolverhampton Wanderers)

Defesas - Diogo Dalot (Manchester United), João Cancelo (Al Hilal), Nuno Mendes (PSG), Gonçalo Inácio (Sporting), Rúben Dias (Manchester City), António Silva (Benfica); Renato Veiga (Villarreal);

Médios - João Palhinha (Tottenham Hotspurs), Rúben Neves (Al Hilal), João Neves (PSG), Vitinha (PSG), Bruno Fernandes (Manchester United), Pedro Gonçalves (Sporting), Bernardo Silva (Manchester City);

Avançados - João Félix (Al Nassr), Francisco Trincão (Sporting), Francisco Conceição (Juventus), Pedro Neto (Chelsea), Gonçalo Ramos (PSG) e Cristiano Ronaldo (Al Nassr).

O Selecionador Nacional fez a antevisão das duas partidas de qualificação, homenageou Diogo Jota e anunciou que a sua camisola passará a ser utilizada por Rúben Neves, tendo referido que “é o primeiro estágio sem o Diogo Jota, sabemos o que ele representava para cada um de nós, queremos honrar a sua memória todos os dias, vai estar connosco e vai ser mais uma força para conseguirmos os nossos objetivos. O exemplo dele é uma luz para nós. Vamos levar o seu espírito no nosso coração. Ganharemos pelo Diogo, pelo seu irmão André como sempre por todos os portugueses. Vamos convocar 23+1″

Quanto à qualificação para o Mundial, salientou que “Portugal joga para ganhar, aceitamos que essa é a nossa pressão. O foco é continuar o caminho, continuar a melhorar os aspetos táticos, no relvado, melhorar tudo o que mostrámos para ganhar a Liga das Nações. Setembro é um mês difícil, nova época para os jogadores e precisamos de começar bem. É um desafio para nós continuar o que estamos a fazer.”

Recordou que “o título ganho na Alemanha contra uma equipa como a Espanha foi um momento psicológico muito importante para a equipa. O importante é criar uma equipa e temos evoluído muito. Podemos jogar olhos nos olhos com qualquer seleção do Mundo e isso não é talento, é dinâmica, crença dentro do balneário. Temos uma competição nova, faz parte do mesmo processo que iniciámos há dois anos e meio.”

Salientou que “o foco de agora, é setembro. O número de jogadores na Liga das Nações eram 26, não temos o Nelson Semedo e o Rafael Leão, que não estão aptos. O Cancelo estava no grupo, mas saiu pela lesão que teve, mas temos um grupo de jogadores que estão perto da Seleção: Mangas, Nazinho, João Mário, Mateus Fernandes, Quenda… O importante é criar um grupo competitivo, mas a Seleção está aberta. Queremos crescer nos próximos seis jogos. Temos de começar onde terminámos em junho.”

Recordou também que “não é nada novo, tivemos os 10 jogos de apuramento para o Europeu, ganhámos os 10, os de apuramento para a Liga das Nações… Um apuramento com 6 jogos não dá margem de erro. Temos de respeitar o adversário, a Arménia joga em casa, tem um selecionador novo… Depois a Hungria é uma equipa muito estável, joga bem em casa e será provavelmente o maior desafio que vamos ter nesta fase de grupos.”

Quanto a jogadores, referiu que “já disse muitas vezes que não há um passo certo, o importante é jogar, ter desafios onde o jogador possa evoluir e crescer. O João Félix tem 25 anos, mas muita experiência. O Mora está numa fase normal, no futebol há momentos difíceis, momentos bons, importante é manter a atitude, o talento dele é excecional, adoro-o. O mister Luís Freire vai falar dele, pensamos que é um bom estágio para ele ter um papel importante nos sub-21, não é uma despromoção, é um passo para continuar a sua formação. Arábia? Já tivemos outros exemplos, Ruben Neves, Cristiano… Não é a liga ou o país, o importante é o papel do jogador dentro do balneário.”

Rumo ao trabalho e ao apuramento. E começar a ganhar será o tónico quiçá mais precioso!

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