António Filipe, jurista e professor universitário,nasceu a 28 de Janeiro de 1963 em Lisboa, deputado do PCP entre 1989 e 2022, é membro do Comité Central do PCP desde 1992 .
A campanha oficialmente começou a 4 de janeiro e são 11 os candidatos. A Central Notícias coloca informação disponível pelos próprios candidatos, para melhor informação dos nossos leitores.
Site do Candidato:
https://www.antoniofilipe2026.pt/
Nas eleições de 18 de janeiro, será escolhido o Presidente da República que irá suceder ao atual presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que cumpre o seu segundo mandato no período 2021–2026.
Foi membro da Assembleia Municipal da Amadora entre 1993 e 2001 e da Assembleia Municipal de Sintra entre 2004 e 2019. Em 2001 foi candidato pela CDU à Presidência da Câmara Municipal da Amadora, tendo sido eleito vereador, faz parte do Conselho Geral do Clube de Futebol “Os Belenenses”.
Foi agraciado com a Ordem do Mérito Civil de Espanha e com a Medalha da Defesa Nacional de 1.ª Classe em Portugal.
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Outras candidaturas que se perfilam, apresentadas como estando em disputa, com apelos ao consenso e à moderação feitos por quem quer que tudo fique na mesma, e que convergem no essencial com os interesses do grande poder económico, não dão garantias de um exercício das funções presidenciais de acordo com o que a Constituição exige, nem correspondem à necessidade de um firme posicionamento em defesa da democracia e no combate às forças e projetos reacionários.
Perante as candidaturas já anunciadas, muitos democratas lamentavam com razão a falta de uma candidatura que se identificasse sem reservas com os valores de Abril consagrados na Constituição, uma candidatura capaz de unir os democratas que não se conformam com o facto de a direita controlar todos os órgãos de soberania, uma candidatura capaz de unir os portugueses na luta por uma alternativa ao estado a que chegámos, uma candidatura que resgatasse a esperança e abrisse horizontes de futuro.
Essa candidatura faltava, mas já não falta. Aqui estamos. Aqui está essa candidatura.
Aqui estamos, aqui estou, para dizer que a defesa da democracia e da Constituição não admite desânimos nem desistências.
Contra a propaganda que tenta falaciosamente dar a entender que a próxima eleição presidencial está decidida à partida, como se o resultado estivesse pré-determinado, aqui estamos para afirmar com total clareza que a eleição não está decidida e que é o povo português que a vai decidir.
Aqui estamos para dizer que nunca desistimos de uma luta antes de a travar e que nunca faltámos nem faltaremos à chamada.
Uma candidatura alternativa, capaz de mobilizar os democratas em defesa da democracia e da Constituição, não surge por magia, não aparece subitamente numa manhã de nevoeiro, não resulta de nenhuma discreta reserva da República.
Não começámos a intervir nas últimas semanas ou meses só a pensar em eleições presidenciais.
Estivemos cá sempre no combate por um País mais justo, pela igualdade e pela justiça social.
Esta candidatura só existe porque tem na sua base um património de luta, de resistência e de intervenção determinada e consequente.
A alternativa é construída por quem luta por ela todos os dias, por quem não fica à espera, por quem sabe de experiência feita que quem só espera nunca alcança.
A nossa candidatura não resulta de uma soma de apoios de personalidades notáveis, a nossa candidatura nasce de quem luta todos os dias com os trabalhadores, com os reformados e pensionistas, com os utentes de serviços públicos, com a luta das mulheres pela igualdade e emancipação, com os jovens que lutam por um futuro que lhes é negado, mas que insistem em conquistar pela luta.
O que se impõe no atual contexto é a eleição de um Presidente da República que assuma e defenda critérios e valores democráticos, seja respeitador dos direitos, liberdades e garantias, se identifique com os interesses dos trabalhadores e do povo, e se comprometa com o dever de cumprir e fazer cumprir a Constituição.
Uma candidatura a Presidente da República é por definição unipessoal. Trata-se de uma candidatura a um órgão unipessoal, mas esta não é a candidatura de um homem só. Esta candidatura corporiza um desígnio coletivo, uma ideia para o País, um caminho para o futuro.”
Declaração completa:
https://www.antoniofilipe2026.pt/declaracao-de-candidatura
