Jaime Faria garantiu vaga no primeiro quadro principal de um Masters 1000 da carreira.
Em Madrid, o lisboeta, (22 anos), discutiu, pela segunda vez, o acesso à prova maior em torneios desta categoria – o ano passado perdeu na ronda decisiva do qualifying em Roma -, e acabou por beneficiar da desistência do adversário, o sul-africano Lloyd Harris, quando a decisão rumava ao terceiro set.
O número três nacional, 136º do ranking, tinha passado 1h16 em court na Caja Magica, quando o oponente, 155º da hierarquia deu a partida por terminada, registava o marcador 4-6 e 6-3 para o português que recuperara de primeiro parcial de desvantagem.
Lloyd Harris, que ter-se-á lesionado na coxa esquerda no primeiro parcial, entendeu dar o encontro por concluído abrindo as portas da prova maior a Jaime Faria que, desta forma, se juntou a Nuno Borges, número um nacional (49º) de singulares que teve entrada direta no quadro, tal como Francisco Cabral, este no de pares.
Entretanto, Henrique Rocha ficou pelo caminho ao perder (6-1, 4-6, 6-2) frente ao paraguaio Adolfo Daniel Vallejo.
A gozar do melhor ranking da carreira (118º), o portuense, de 22 anos, levou de vencida o britânico Jan Choinski (119º) com os parciais de 7-6 (7/5), 6-7 (5/7) e 7-5. O número dois nacional salvou seis de nove breakpoints e quebrou o serviço do adversário quatro vezes durante as 2.55 horas da partida em que assinou 32 winners e 44 erros não forçados.
