Terça-feira 23 de Julho de 2024

Portugal na reta final do Europeu dos Europeus de Futebol na Alemanha

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A equipa portuguesa, ainda com quatro “sobreviventes” titulares do triunfo de 2016, em Paris, entrou, esta quinta-feira, no “estágio” final para dar início à “cavalgada” empolgante que possa garantir o segundo título europeu, o mínimo e o máximo que se pode pedir à formação lusa.

Pese embora seja uma de seis (Alemanha, França, Espanha, Itália, Inglaterra) que se podem – e devem – considerar como as mais candidatas, a formação lusitana tem demonstrado que Portugal tem sido, ano após ano, um dos países que mais tem “exportado” jogadores para o estrangeiro, que tem rendido milhões de milhões, como se tem comprovado sem grande dificuldade.

Se até aqui a estatística não sofre (pequena ou grande) contestação, a verdade é que, em termos de resultados, a contabilidade não tem funcionado a nosso favor desde que alcançamos o europeu de 2016.

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Se é verdade que Portugal nunca foi eliminado na primeira fase (grupos) do Europeu, a verdade diz ainda que, nas “tômbolas” das eliminatórias até à final, uma mão cheia de fatores, endógenos ou exógenos, “chuta-nos” para fora da decisão final antes do tempo, com “alguém” a barrar a entrada no jogo final da atribuição do título.

Por norma, a “culpa” morre sempre solteira. Não só no futebol ou noutros desportos, mas também na vida comum de cada cidadão que procura, com ética, transparência e integridade, atingir os objetivos que se propôs realizar.

Perceber o quê e como, para encontrar a tática certa, é a equação que tem de estar bem estudada para, no momento próprio, poder ser aplicado o “remédio” que evite um pequeno desvio que pode ser fatal.

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De alguma forma, depois de dez vitórias consecutivas na fase preliminar, os resultados verificados nos últimos três jogos (preparação) demonstraram algo que foi inesperado: quer a falta de golos, quer a derrota e o sofrimento de muitos golos, com vetores que se consideraram preocupantes relativamente à fase final que para a semana começa a sério para Portugal.

Também é sabido que, nesses três encontros, o selecionador apresentou sempre equipas base diferentes. Era o mais importante, com a circularização dos jogadores, para testar alternativas. Entre todos muito bons, como colocar a equipa sempre em plano superior ao adversário?

Numa ou outra falha, os sinais foram surgindo, quiçá de forma não esperada, e o sino tocou a rebate. Foi a tempo? Foi.

Mas é preciso “limpar” a cabeça. O fator cerebral, que mexe com a mente, é o principal “membro” de uma estabilidade que se deseja no dia a dia. Se a mente não funcionar a cem por cento e de forma célere, os riscos aumentam, a quebra psicológica desequilibra-se e o físico não responde como se deseja.

Que tudo seja pensado para prevenir e atuar-se de imediato, a frio – cabeça quente também não funciona – para que, jogo a jogo, o triunfo luso esteja presente.

E que esteja presente também a simbologia do grande Mestre Moniz Pereira de que “a sorte … dá muito trabalho!” Para tê-la, há que merecê-la! Mas dá muito trabalho!

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O complexo desportivo da cidade de Marianefeld é o quartel-general da equipa nacional desde esta quinta-feira, onde foi recebida com pompa e circunstância por uma multidão de emigrantes portugueses que estão sempre prontos a apoiar os seus na procura dos melhores resultados.

O primeiro jogo, frente à Chéquia, terá lugar no dia 18, terça-feira.

Entretanto, nesta sexta-feira, será dado o pontapé de saída para a 17ª edição do Campeonato da Europa de Futebol, sob a égide da UEFA, com o país anfitrião, a Alemanha, a defrontar a Escócia (20h) no Estádio Olímpico de Munique.

 

 

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