Este domingo foi o último dia do Festival O Sol da Caparica, mais uma vez, a diversidade da música da lusofonia encheu o recinto no Parque Urbano da Costa da Caparica.
Fotos: © Ricardo Caseiro 2026, © JCMyro 2026
A abertura da programação do Palco Via Verde foi com Quim Barreiros, um “veterano” da música da lusofonia, que colocou as diferentes gerações presentes, a cantar, a dançar, o seu vasto repertório, foi uma festa.
Destacar a homenagem que a organização do Festival O Sol da Caparica fez a Quim Barreiros, um momento especial para assinalar e celebrar os 55 anos de carreira ligada à música popular portuguesa.
Os promotores, André Sardet, da Domingo no Mundo, e António Gomes, da Music Mov, subiram ao palco e deram um “bigode” para marcar esta data tão significativa para Quim Barreiros.
Depois seguiram-se os ÁTOA e, o MC Paiva, até ao muito esperado da noite Slow J.



Foi sem dúvida um dos momentos mais especiais do O Sol da Caparica, com a edição pertenceu a Slow J, que recebeu Papillon .
A participação acrescentou um capítulo inédito a um alinhamento que passou ainda por Where U @, TATA, Casa, Bem Zen, num concerto vivido entre a atenção às palavras, a emoção e a força de um público que conhecia cada tema.![]()
O encerramento do palco principal do festival O Sol da Caparica ficou entregue a Lon3r Johny.
Contou com a presença em palco de vários convidados, ao longo do alinhamento recebeu Slow J, ProfJam e Plutónio, com quem interpretou UH LA LA LA e 25 DE ABRIL.
As três participações deram ao último concerto do festival um caráter único e fecharam os quatro dias em ambiente de celebração.
Embora o Palco Via Verde tenha concentrado os principais concertos, a experiência do Sol da Caparica fez-se em todo o recinto.
O Palco Sagres afirmou-se como uma pista de dança permanente, dando espaço ao afro-house, ao funk, à música urbana e à eletrónica.
Neste último dia, a programação contou com Bad Guys, Dr. Love , Memo à Tuga e Zanova.
Também o Palco Jazzy contou com diferentes atuações neste último dia , a dança no centro da atividade deste palco, desde sonoridades africanas e brasileiras e na cultura hip-hop.
A proximidade entre bailarinos e público transformou cada atuação num convite à participação, reforçando a dimensão do festival enquanto espaço de música, movimento e descoberta.







