Não fora a extraordinária atuação de Diogo Costa, o FC Porto bem se podia queixar de uma perda maior (que não só a derrota) porquanto a goleada seria um dominador comum desde o princípio do jogo, quando Haaland obrigou o guardião portista a defender “in extremis”.
Logo de seguida, na ressaca do primeiro remate defendido, Diogo Costa voltou a esticar as pernas para evitar o segundo golo, com a defesa às “aranhas” para evitar a avassaladora supremacia da formação do Manchester City, de um campeonato superior ao português.
Ainda que sem golos no primeiro tempo, os britânicos não foram mais certeiros por questões banais – para além de haver um ultra Diogo Costa atento, mas não suficiente para defender tudo – como se confirmou ao longo da segunda parte, depois de (47’) Halaand voltar a saltar primeiro que o defesa que o ”guardava” e chegar primeiro à bola e cabecear para dentro da baliza, tão rápido que Diogo nem viu a bola passar.
O sistema de jogo manteve o City no comando, também confirmado pela estatística quando o encontro terminou, onde os portistas nem sequer fizeram um remate enquadrado diretamente com a baliza inglesa, contra os 10 rematados pelos jogadores britânicos.
Apesar do domínio global, o City só aos 90+1’ conseguiu voltar a marcar, depois de, ainda que superiores em termos numéricos no reduto defensivo portista, com a bola a seguir, controlada, pelo avançado, chegou quase à linha final e cedeu a bola para trás, onde endossou a Haaland que, com um pequeno desvio, chegou ao 2-0, resultado lisonjeiro para a equipa de Farioli.
Com 60/40% na posse de bola e com 18-4 remates, o City suplantou tudo – e ganhou bem – ainda que Farioli tenha referido, no final do jogo, que o “FCPorto fez uma extraordinária exibição!”
Opiniões não se discutem, mas o resultado não correspondeu ao desejado.
Esta quarta-feira, no Estádio José Alvalade, o Sporting recebe o Galatasary (20 horas) para o encontro desta primeira rodada da Liga dos Campeões, aguardando-se com expetativa o que irá acontecer.







