Entre as derrocadas sucessivas nas arribas, da Trafaria até zonas na Estrada Florestal, a forte agitação marítima e os galgamentos de mar que atingiram várias zonas apoios de praia e infraestruturas e causam erosão costeira, o concelho de Almada foi e está a ser muito afetado devido a condições meteorológicas severas.
Devido às derrocadas, foi necessário a retirada forçada de quase seis centenas de pessoas das suas habitações em diversas freguesias (Caparica e Trafaria, Costa da Caparica).
Nestes últimos acontecimentos. em áreas afetadas, destaca-se na Costa da Caparica uma derrocada que destruiu três casas, obrigando à evacuação de 30 pessoas, no Porto Brandão, onde os serviços de Proteção Civil evacuou preventivamente a localidade devido ao elevado risco de deslizamento de terras eram e são uma ameaça para as habitações , na Azinhaga dos Formozinhos, ou ainda no Bairro do Olho de Boi e Ginjal onde três dezenas de pessoas ficaram isolados por deslizamento de uma arriba.
A Câmara Municipal de Almada ativou o Plano Municipal de Emergência e reforçou alertas, evidenciando o risco nas arribas e taludes, tendo nessa sua tarefa criando “task force municipal” com os contributos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (FCT NOVA) , Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e departamento de infraestruturas do Exército.








