O Festival O Sol da Caparica regressa esta quinta-feira ao Parque Urbano da Costa da Caparica para quatro dias de música, dança e celebração da cultura lusófona.
O recinto foi apresentado esta terça-feira à imprensa, à comunicação social, os fãs podem até domingo, dia 16 de agosto, visitar o maior festival dedicado à música lusófona , com mais de 50 momentos no cartaz, distribuídos pelos palcos Via Verde, Sagres e Jazzy.
O recinto mantém a configuração da edição anterior e volta a receber o público diariamente a partir das 16h00, com programação até às 01h30.
O Sol da Caparica, conta este ano com reforço das preocupações ambientais, uma realidade marcante do festival, que foi o tema mais referenciado nesta apresentação quer por André Sardet pela Domingo no Mundo, e António Gomes, pela Music Mov quer por Inês de Medeiros, Presidente da CM Almada.
Todas as preocupações refletem-se em medidas para reduzir o consumo de água potável, que num evento desta grandeza e durante quatro dias pede atenção, assim disse André Sardet ” vão desde maioria das casas de banho são químicas, essa quantidade de sanitários amovíveis foi reforçado, autoclismos utilizarão água não potável e garrafas de areia, que resultarão numa poupança de cerca de um litro e meio por descarga… os elementos que garantem a sustentação de diferentes estruturas são enchidos por água não potável cedida pela CP e pedras”.
A presidente da CM Almada, Inês de Medeiros afirmou “foram tomadas uma série de medidas ao longo dos últimos meses, estamos vigilantes para que este esforço efetuado, não seja desperdiçado.”
A Edição de 2026 apresenta um cartaz mais transversal da sua história, conta com artistas de diferentes territórios da lusofonia, vai desde música popular portuguesa ao fado, passa pelo pop e hip hop, do sertanejo ao funk brasileiro, do afro-house e electrónica.




