Natural de Amarante, Jorge Pinto é formado em Engenharia do Ambiente e doutorado em Filosofia Social e Política, tem desenvolvido trabalho nas áreas da democracia, dos direitos sociais e do futuro sustentável. É membro e cofundador do LIVRE.
A campanha oficialmente começa hoje, 4 de janeiro e são 11 os candidatos. A Central Notícias coloca informação disponível pelos próprios candidatos, para melhor informação dos nossos leitores.
Site da Candidat0: https://jorgepinto2026.pt//
Nas eleições de 18 de janeiro, será escolhido o Presidente da República que irá suceder ao atual presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que cumpre o seu segundo mandato no período 2021–2026.
Esta é a candidatura da esperança, a candidatura que não se rende, a candidatura que se atreve a ser ambiciosa e a candidatura que diz Presente! Esta é a hora da liberdade, esta é a hora da igualdade, esta é a hora da fraternidade!
Declaração de Candidatura
Candidato-me porque Portugal vive um momento decisivo e não posso assistir de lado.
Desde muito novo que aprendi a dizer Presente quando a democracia, os direitos humanos e a justiça social precisam de defesa, e hoje não é diferente. A esquerda progressista não pode ficar sem voz nesta eleição, nem o país pode ter um Presidente ausente.
Esta candidatura quer afirmar um Presidente presente, que una o país, proteja o Estado Social e responda, com coragem, às crises do nosso tempo: da habitação ao clima, da igualdade à própria saúde da República. É uma candidatura centrada na Justiça, na Empatia e numa política externa progressista, colocando Portugal do lado da paz, dos direitos humanos e do multilateralismo.
Visão para o País
Justiça Social e Estado Social
• Combater a pobreza e a desigualdade, e garantir serviços públicos fortes: saúde, educação e proteção social.
Justiça e Igualdade
• Um país justo para todas as gerações: justiça social, justiça intergeracional, justiça territorial e igualdade no acesso a oportunidades.
Democracia e Direitos Humanos
• Defender as instituições republicanas, os direitos fundamentais e um país livre da extrema-direita.
Habitação e Vida Digna
• Colocar a habitação no centro da dignidade: mais oferta pública, regulação justa e combate à especulação.
Transição Ecológica
• Liderar a descarbonização, a autonomia energética e políticas que protejam as pessoas e o planeta.
Europa e Política Externa
• Uma política europeia clara, autónoma e progressista; Portugal como voz de paz, direitos humanos e multilateralismo.
Coesão Territorial e Justiça Intergeracional
• Combater assimetrias regionais e criar condições para que jovens possam viver, trabalhar e construir futuro no país.
